Sinto falta da infância. Sinto falta de correr na rua. Sinto falta da mãe gritando: “CUIDADO OS CARROS”. Sinto falta da facilidade que eu tinha de fazer amizades. Sinto falta de brincar. Sinto falta de chutar a bola e ela pegar no portão do vizinho chato. Sinto falta de chegar com o joelho machucado. Sinto falta das corridas de bicicleta. Sinto falta das conversas. Sinto falta das amizades. Sinto falta dos bons tempo que infelizmente, não voltam mais.
“Eu gosto das pessoas que param para escutar. Que gostam de abraços, que conseguem amar. Gosto de pessoas que riem de modo estranho, choram escondidas. Gosto de pessoas que não se escondem atrás de máscaras, pessoas que são fortes, pessoas que sempre seguem em frente. Gosto de pessoas que gostam de pessoas. Gosto de pessoas que sabem o motivo de uma lágrima, que estão sempre por perto. Gosto de pessoas que nunca se vão, de pessoas que ficam, que tentam, que conseguem.”
— Tati Bernardi